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O uso de drones na Engenharia e Arquitetura

O uso de drones na Engenharia e Arquitetura

Os drones são muito usados hoje em dia, mas não apenas para tirar belas fotografias, gravar vídeos incríveis ou mapear uma região. Eles ganharam novas funções muito importantes para empresa e indústrias que crescem a cada dia.

É um veículo aéreo não tripulado, com alto grau de automatismo, controlado remotamente, que pode realizar inúmeras tarefas. Foi criado pelo engenheiro israelita Abe Karem na década de 70 para fins militares, porém atualmente já é utilizado em diversas finalidades que vão desde entrega de órgãos humanos em hospitais até mesmo no auxílio de guerras. “Drone é considerado uma aeronave não tripulada categorizada como aeromodelo, usada para outros fins que não a recreação, sendo uso comercial, corporativo ou até mesmo experimental (ANAC, 2017, p. 07)

Os drones como maquinismos de inspeção e monitoramento são inovações já adeptas na indústria devido a sua facilidade, baixo custo para utilização e excelente retorno do serviço prestado em relação a forma de execução anterior em que necessitavam de aeronaves tripuladas, pontos de aterrisagem e mão de obra altamente especializada. Peter Drucker (2008) define inovação como sendo a capacidade de atribuir novos contornos aos recursos existentes na empresa para gerar riqueza.

A aplicação desta tecnologia é de extrema importância pois permite uma coleta de imagens, dados e filmagens que agrega valor na garantia de qualidade no gerenciamento da obra civil, uma vez que possibilita avaliar o estado da mesma, para uma perícia, acompanhamento periódico ou até mesmo verificar suas condições de segurança. Essas imagens e dados além do caráter técnico que possuem, também auxiliam na gestão como um todo no projeto, por conseguir tornar perceptível para as partes interessadas informações diversas acerca do mesmo.

É uma ferramenta que auxilia o profissional a gerar relatórios detalhados capazes de garantir que o desenvolvimento da obra esteja sendo executado com a qualidade prevista no projeto. O drone obtém imagens precisas, em alta resolução e poupa o profissional, seja de engenharia ou arquitetura, do risco físico que antes era submetido.

O drone é uma ferramenta que a engenharia pode utilizar facilmente como um todo, seja em relatório, inspeção visual, monitoramento, auditoria ou perícias. Para gerenciamento de obras e acompanhamento periódico, o drone pode ser o equipamento ideal tendo em vista o custo benefício. Realizar voos com aeronaves tripuladas para monitorar obras tornou-se inviável com a vinda os drones. Para a aeronave tripulada seria necessário pessoas qualificadas, espaço físico e recursos que muitas vezes as obras não disponibilizam. Com o drone todos esses recursos não são necessários.

Autor: Mariana Paula Miranda (Trabalho de Conclusão de Curso – FUPAC 2020)

Texto escolhido por Shayra Lauar, Empreendedora dos Cursos de Engenharia da Faculdade Alis Itabirito.

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Fontes Renováveis de Energia

Fontes Renováveis de Energia

Energia renovável é uma expressão usada para descrever uma ampla gama de fontes de energia que são disponibilizadas na natureza de forma cíclica. As fontes renováveis podem ser utilizadas para gerar eletricidade, para gerar calor ou para produzir combustíveis líquidos para o setor de transportes. Atualmente, é imprescindível que elas estejam inseridas nas políticas energéticas dos países, já que exercem um papel importante para a sustentabilidade do sistema energético.

Vários países têm investido na ampliação da participação das fontes renováveis de energia na matriz energética. O crescimento observado nos últimos anos é notável. Entretanto, sua contribuição à geração de energia é ainda muita reduzida. Hoje em dia, os países industrializados, maiores consumidores, contam fundamentalmente com fontes não-renováveis de energia. O esgotamento desses recursos ao longo do tempo implica custos crescentes de produção. Desse modo, alternativas às fontes tradicionais ou novos métodos de produção são necessários para o atendimento da demanda crescente por energia.

As novas fontes renováveis de energia – biomassa, eólica, solar, de marés, pequenas centrais hidroelétricas (PCHs) – têm se constituído em alternativas às fontes tradicionais. Além de serem classificadas como opções ambientalmente corretas, permitem, em vários casos, a geração distribuída de energia. Assim, as geradoras que utilizam essas fontes alternativas costumam se localizar próximas aos centros de consumo, para atender às demandas de localidades isoladas.

No caso do Brasil, em particular, a presença de fontes renováveis na matriz energética é significativa, principalmente a hidroeletricidade e a biomassa. Apesar da predominância de fontes renováveis, o governo brasileiro tem defendido, em negociações internacionais, a ampliação de novas fontes renováveis nas matrizes energéticas dos diversos países, de forma que os impactos futuros ao meio ambiente sejam minorados.

O desenvolvimento de novas fontes renováveis não se limita ao atendimento a compromissos ou obrigações ambientais, mas também visa ao desenvolvimento de tecnologias no país, reduzindo, assim, uma possível dependência de tecnologias de ponta para a produção de energia. Além disso, as novas fontes renováveis têm sido utilizadas como forma de reduzir as diferenças regionais no que diz respeito ao acesso à energia. Apesar de seus elevados custos, se comparados com os das fontes tradicionais, as novas fontes renováveis podem se tornar competitivas em comunidades isoladas.

Os custos de investimento das fontes renováveis são, em geral, mais elevados do que os das tecnologias convencionais. Essas últimas já atingiram um nível tal de maturidade que os pesados investimentos em desenvolvimento tecnológico já foram recuperados e os custos se reduziram com a experiência e a escala adquiridas ao longo do tempo. Embora as diferenças entre custos de produção sejam ainda expressivas, é importante observar que o tempo de maturação de uma tecnologia é longo, mas os ganhos com a experiência podem ser expressivos. Especialistas em energia costumam analisar as reduções de custos de novas tecnologias procurando verificar como essas tecnologias podem afetar a dinâmica da competição dos energéticos no longo prazo.

Em um contexto de custo elevado das fontes renováveis em relação aos combustíveis fósseis, a justificativa para a antecipação da penetração das fontes renováveis no mercado baseia-se em benefícios ou externalidades positivas proporcionados por essas fontes. Em primeiro lugar, uma penetração maior das fontes renováveis no mercado implica a diversificação da matriz energética e, por conseguinte, reduz o risco de abastecimento, aumentando, assim, a segurança energética dos países. Isso é particularmente importante em um contexto de alta volatilidade de preço do petróleo. Em segundo lugar, a maior participação das fontes renováveis garante melhor condição ambiental e de saúde à população. Há uma participação significativa das emissões de enxofre (85%), dióxido de carbono (75%) e particulados (35%) nas disfunções humanas, devido à queima de combustíveis fósseis [Goldemberg 2004)]. O custo dos tratamentos hospitalares não é internalizado no custo dos combustíveis fósseis. Além disso, as fontes renováveis contribuem para o cumprimento de metas do meio ambiente global, como a redução das emissões do efeito-estufa.

Em países em desenvolvimento, as fontes renováveis contribuem para a diversificação da matriz energética e auxilia o desenvolvimento local. Em áreas rurais, as fontes renováveis apropriadas a esse contexto podem contribuir de forma mais incisiva para o desenvolvimento econômico, melhorando a produtividade na agricultura, reduzindo as desigualdades regionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população, notadamente nos campos da saúde e educação, permitindo a melhoria dos meios de comunicação e reforçando a capacidade de produção na região com melhor infra-estrutura. Nesse sentido, o desafio imediato é assegurar que a matriz energética considere a segurança ambiental e os valores sociais [AIE (2002)].

Diferentemente da maioria dos outros países, o Brasil tem tradição e vantagens comparativas para produzir energias renováveis, notadamente hidroeletricidade e biomassa. Possui potencial para produção de energia eólica (principalmente no Nordeste) e solar (em particular em regiões isoladas), mas essas tecnologias apresentam custos de geração ainda muito elevados. Esses custos têm tendência declinante e a sua redução é função da capacidade instalada. Em um contexto de custos marginais decrescentes das novas fontes renováveis e de custos marginais crescentes das fontes tradicionais, é provável que a produção de fontes renováveis seja competitiva no futuro. Cabe ao governo decidir se o país deve incentivar as fontes renováveis e selecionar aquelas que se adaptem melhor ao seu contexto.

Fonte: O Papel das Fontes Renováveis de Energia no Desenvolvimento do Setor Energético (BNDES,2005).

 

Escrito por Shayra Lauar. Empreendedora dos Cursos de Engenharia da Faculdade Alis. 

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Construindo Cidades Verdes

Construindo Cidades Verdes

Na visão de Du Plessis (2002), a construção sustentável é “…um processo holístico visando restaurar e manter a harmonia entre os ambientes natural e construído, ao mesmo tempo criando assentamentos que afirmem a dignidade humana e estimulem a igualdade econômica”.

Na prática a construção verde se baseia em criar estruturas e adotar processos ambientalmente responsáveis e eficientes no uso de recursos através do ciclo de vida de um edifício, desde a escolha da localização até o projeto, construção, operação, manutenção, renovações e desconstrução. O que complementa os projetos clássicos indo muito além dos aspectos relacionados e economia de projeto, utilidade, durabilidade e conforto nas construções.

As primeiras discussões sobre sustentabilidade nas construções foram na década de 70. A crise energética exigiu que novas tecnologias para um melhor aproveitamento de energia fossem utilizadas, e na busca da diminuição da dependência dos combustíveis fósseis. Surgiu então a agenda verde, com discussões sobre mudanças climáticas e construções verdes.

A Construção verde é a prática de criar estruturas e adotar processos ambientalmente responsáveis e eficientes no uso de recursos através do ciclo de vida de um edifício, desde a escolha da localização até o projeto, construção, operação, manutenção, renovações e desconstrução. Esta prática vai além e complementa as preocupações clássicas de projetos de edificações com economia, utilidade, durabilidade e conforto.

A Construção Civil merece atenção especial em se tratando de Construções Verdes. A urbanização deve sempre priorizar a preocupação com o meio ambiente. Os recursos hídricos, por exemplo, são fundamentais à sobrevivência humana, pois estão relacionados com geração de energia, produção agropecuária, desenvolvimento industrial, doméstico, dentre outros. Por isso, deve haver planejamento nas formas de uso da água nos projetos de construção como, por exemplo, meios possíveis de estocar água de chuva. Deve-se atentar também ao uso de materiais de isolamento acústico, a fim de proporcionar tranquilidade às pessoas que residem próximo e aos que habitarão aquele imóvel a ser construído. Outro fator importante, que demonstra preocupação socioambiental, é proporcionar ambientes que tenham vegetações, pois elas melhoram a qualidade do ambiente, proporcionando frescor.

Segundo Couto, Couto e Teixeira (2006, p. 05), “o uso de materiais reciclados irá encorajar indústrias e governos a investigar novas tecnologias para reciclar, e para criar uma rede de suporte mais larga para futura reciclagem e reutilização”. Nesse sentido, os autores mencionam que o uso de materiais reciclados pode ser uma das alternativas para uma construção mais sustentável. Logo, o uso de materiais sustentáveis evidencia maior responsabilidade com o meio ambiente, sendo interessante ampliar esse tipo de construção.

Sobre os materiais sustentáveis, Wieczynski (2015), destaca o tijolo ecológico, as placas ecológicas, captação de água de chuva e ressalta a importância ecológica desses materiais. Quanto ao tijolo, é ecológico porque, diferentemente do tijolo convencional, não precisa ser cozido em fornos, eliminando assim a utilização de lenha e a derrubada de dez árvores para a fabricação de mil tijolos.

Embora a Construção Civil seja necessária para o desenvolvimento das cidades, pode provocar danos, se não houver relação de equilíbrio entre construção e meio ambiente. Tal equilíbrio pode ser obtido por meio de um planejamento que leve em consideração as diversas proposições inerentes aos princípios de sustentabilidade, e que resultem em construções sustentáveis. Um planejamento socioambiental satisfatório no ambiente urbano minimiza os impactos ambientais.

A utilização de materiais sustentáveis nas construções e os princípios de sustentabilidade têm-se constituído como alternativas viáveis, mas é possível ampliar essas ações e colocá-las ainda mais em prática. Afinal, desequilíbrios ambientais podem ter consequências graves como falta de água, aumento do calor, maior poluição, dentre outras. Uma maior conscientização no ensino de técnicas sustentáveis para a construção civil, nessa perspectiva, pode contribuir para uma maior preocupação socioambiental, auxiliando o desenvolvimento sustentável.

Fontes:
– Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Nosso Futuro Comum. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 1991
– CIANCIARDI, G.; BRUNA, G. C. Procedimentos de sustentabilidade ecológicos na restauração dos edifícios citadinos. Cadernos de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, v. 4, n. 1, p. 113-127, 2004. Disponível em: http://coral.ufsm.br/lasac/patrimonio5.pdf. Acesso em: 10 fev. 2019.
– JOHN, V. M. et al. Durabilidade e Sustentabilidade: desafios para a construção civil brasileira. In: Workshop sobre durabilidade das construções. 2002.

Escrito por Shayra Lauar. Empreendedora dos Cursos de Engenharia da Faculdade Alis. 

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Por que o curso de administração é o mais procurado?

Por que o curso de administração é o mais procurado?

Certa vez um aluno me questionou sobre qual a importância da administração para a sociedade e que não enxergava sua relação pois pouco colaborava para as necessidades básicas, assim lhe questionei: o que um administrador pode causar em uma gestão? Um administrador é responsável pela vida das pessoas, imagine por exemplo um gestor público que deixa de fazer determinados investimentos em saúde quantas mortes pode causar? Ou quem sabe um gestor de empresa privada que arrisca a vida de trabalhadores sem os devidos equipamentos de segurança?

A administração faz parte da essência da vida para todas as ações de nossa vida teve um gestor. Imagina um hospital quanto necessita de bons gestores, comprar o equipamento correto, motivar a equipe médica mesmo quando passam por momentos difíceis, cuidar para que nenhum medicamento falte e etc. Agora imagine um gestor de pequena empresa que gera o sustento de várias famílias por meio de sua ideia, fazendo com que aquele pai de família possa cuidar de seus filhos e ter seus momentos de tranquilidade e lazer.

Segundo o portal Educa mais Brasil o curso de administração ficou em primeiro lugar dos cursos mais procurado do Brasil em 2020, e não é para menos, dada a importância deste profissional e a versatilidade de sua profissão, com certeza é um grande investimento.

O profissional de administração além de abrir o próprio negócio pode trabalhar em diversas áreas como R.H., Gestão da Produção, Finanças, Marketing, Logística, estratégia e muito mais, e ainda desperta o interesse de quem busca um concurso público, pois é o mais desejado pelas instituições públicas.

Sem dúvida a administração é a profissão mais buscada pelo mercado, pois pode ser utilizada e combinada com qualquer área e um investimento de retorno certo.

Escrito por Rodolfo Neves Rosa – Professor do curso de Administração da Faculdade Alis. 

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Quero fazer o curso de Direito: quais oportunidades posso ter como profissional no futuro?

Quero fazer o curso de Direito: quais oportunidades posso ter como profissional no futuro?

O curso de Direito normalmente é buscado pelas pessoas em função do grande leque de oportunidades que abre. Você pode ser advogado, pode buscar uma carreira na administração pública – e são dezenas de concursos que se apresentam para o bacharel em Direito; pode ainda ser jurídico interno de uma empresa… Enfim, este curso realmente amplia muito o universo de possibilidades profissionais…

Mas o curso de Direito é muito mais que isso. Ele não abre apenas possibilidades de trabalhos de ser um advogado, juiz, delegado ou promotor de justiça, ele garante a todos uma consciência única da própria cidadania!

Saber quais são os Direitos Fundamentais a que tem direito todo cidadão, entender como funcionam as instituições do nosso Estado Republicano, compreender as obrigações do Governo dentro de um Estado Democrático de Direito etc faz nascer em todos nós um senso crítico muito importante para toda a vida. O curso de Direito nos torna cidadãos mais completos.

Além disso, o Direito é muito legal e tem tudo a ver com os que não se acomodam, com aqueles que gostam de desafios, com quem quer mudar sua própria vida e ajudar a mudar a vida dos outros.

Como advogado, você pode trabalhar em grandes processos judiciais, pode ser um consultor jurídico empenhado em buscar soluções para as mais diversas situações, pode ser o fundador de uma startup jurídica para viabilizar o acesso ao judiciário de uma forma mais descomplicada, dentre outras possibilidades.

Como um juiz ou promotor de justiça, você pode transformar a vida de milhares de pessoas com ações positivas que vão impactar comunidades ou grupos minoritários que precisam contar com o Poder Judiciário para fazer valer os seus direitos.

Como defensor público, sua missão será sempre buscar defender os mais vulneráveis e garantir, a todos, sem distinção, o sagrado direito de defesa.

Se você se vê do lado daqueles que querem transformar, seu caminho começa por aqui.

Escrito por Gustavo Xavier – Empreendedor do Futuro do Curso de Direito da Faculdade Alis.

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Como os profissionais da saúde podem atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde?

Como os profissionais da saúde podem atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem três diferentes níveis de atenção à saúde. São eles: nível primário, secundário e terciário. E qual é a diferença entre esses níveis?

O nível primário é considerado a porta de entrada do Sistema Único de Saúde, onde ações de promoção à saúde e prevenção de doenças são realizadas. Neste nível não há tratamento de doenças ou procedimentos complexos. Exames e consultas de rotina são realizados para manter uma vida saudável do indivíduo. Dependendo do estado de saúde do paciente, este é encaminhado para os níveis secundário e terciário.

As ações no nível primário podem diminuir consideravelmente o agravamento de doenças não transmissíveis, como a diabetes e doenças cardiovasculares. Os profissionais de saúde podem desenvolver campanhas de prevenção e promoção à saúde, palestras, desenvolvimento de cartilhas informativas, dentre outras ações que objetivam orientar a população sobre os cuidados com a saúde.

No nível secundário, o paciente recebe atendimento de profissionais da saúde mais especializados, como cardiologistas por exemplo. O paciente se submete a exames para diagnóstico da doença e tratamento específico.

Já no nível terciário, o paciente passa por procedimentos de alta complexidade, pois sua doença evoluiu para um estágio mais grave, precisando até mesmo de exames invasivos e cirurgias. A reabilitação do paciente também se encontra neste nível. O objetivo do profissional da saúde é restabelecer as funções do corpo que ficaram debilitadas com a doença.

Os profissionais da saúde precisam estar aptos para atuar em todos os níveis de atenção da saúde, desenvolvendo ações de promoção, prevenção, tratamento e recuperação do indivíduo, sempre visando a equidade e integralidade do paciente.

Escrito por Flávia Ribeiro, empreendedora dos cursos de Saúde da Faculdade Alis.

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